Artigos

 

18.09.2017

A economia se descola da política

Por Germano Rigotto


A economia brasileira está tentando desvencilhar-se da crise política. Já há sinais claros de que a maior recessão econômica da história pode estar ficando para trás. Não se trata de análise subjetiva, mas de dados concretos. Os números e indicadores é que estão mostrando isso. Depois de um crescimento de 1% no primeiro trimestre deste [&hellip....


11.09.2017

Como combater a corrupção?

Por Germano Rigotto


Já abordamos em nossos espaços, em mais de uma oportunidade, os vários aspectos da corrupção. Um problema tão complexo quanto esse não terá uma solução simples e direta. A mera renovação dos nomes da política, por exemplo, por mais que isso seja salutar, não será suficiente. Tampouco a prisão de envolvidos em escândalos. Tudo isso [&hellip....


4.09.2017

Privatizações: do que dependem para dar certo?

Por Germano Rigotto


O instituto da privatização tem fluência no mundo inteiro. No Brasil, ao longo dos anos, a prática de desestatização também passou a ser aceita pela sociedade e, em consequência, pelos governos. Como qualquer outra iniciativa, há casos de sucesso e de insucesso. Mas a dinâmica do papel subsidiário do Estado já não sofre tantas contestações, [&hellip....


28.08.2017

Os perigosos efeitos da vala comum

Por Germano Rigotto


Há um dilema que nunca se resolve completamente para quem estuda assuntos ligados à política e à sociologia: trata-se da dinâmica do exemplo e de sua influência sobre o padrão moral da população. Explico por meio de uma pergunta simples: a conduta ética de uma nação se forma de cima para baixo ou de baixo [&hellip....


21.08.2017

PMDB: bem mais do que mudar a sigla

Por Germano Rigotto


Desde que o povo foi espontaneamente às ruas, em 2013, os partidos entraram em uma profunda crise existencial – e permanecem até hoje no divã. Mas, na verdade, a perda de significado das agremiações brasileiras não começava naquele momento, senão que apenas ficava ainda mais explícita. Os partidos já vinham, gradativamente, diluindo sua capacidade de [&hellip....


14.08.2017

Mais um remendo, não!

Por Germano Rigotto


No cenário político brasileiro, há pelo menos duas grandes evidências. A primeira é a necessidade de uma reforma política – mas não superficial ou aleatória, e sim profunda e coerente com o que a sociedade espera. É o que alguns estão chamando de nova política, que não pode ser uma renovação pura e simples, senão [&hellip....


7.08.2017

Perigo: o que está por trás do fim da TJLP

Por Germano Rigotto


O Governo Federal está propondo a substituição da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) pela TLP (Taxa de Longo Prazo). A nova matriz muda especialmente o desenho dos empréstimos concedidos pelo BNDES, alinhando as taxas do banco público às cobradas pelos privados. O objetivo alegado é reduzir o custo do Tesouro Nacional com subsídios, [&hellip....


31.07.2017

Pelo fim da confusão tributária

Por Germano Rigotto


Sistema, para o vernáculo nacional, é um conjunto de ideias ou elementos ligados de maneira lógica, solidária, coerente e interdependente. Ou seja, é um cipoal de regras que faz sentido como unidade. Pois bem: o ordenamento tributário brasileiro, por esse padrão, pode ser tudo, menos um sistema organizado. Isso porque, além de muitas normas não [&hellip....


24.07.2017

É hora de crescer. Não de aumentar impostos

Por Germano Rigotto


O Brasil está fazendo reformas importantes. O governo Temer, mesmo na atribulação política em que vive, conseguiu aprovar uma atualização da legislação trabalhista. As modificações no sistema previdenciário ainda pendem de maioria consolidada no Congresso Nacional, mas esse resultado não está muito longe de se consolidar. Além disso, a área fazendária já havia anunciado....


17.07.2017

As instituições brasileiras funcionam?

Por Germano Rigotto


Começo este artigo respondendo ao seu título. Para isso, preciso fazer duas abordagens aparentemente contraditórias, mas que são complementares. A primeira: sim, as instituições brasileiras funcionam. A segunda: mas funcionam mal, porque compõem um sistema que já está vencido em si mesmo. Explico. Mesmo com toda esta crise, não há ameaças à democracia. Os poderes [&hellip....